Prefeitura realiza aula inaugural de estudos afrobrasileiros e indígenas


De: Secretaria de Educação
Texto: Priscila Contarini| Foto: divulgação
Criado: 05 de março de 2019

Com o objetivo orientar os professores em relação a didática implantada para trabalhar as temáticas afro brasileira e indígena nas escolas da rede municipal de ensino, a coordenação de Estudos Africanos, AfroBrasileiros e Indígenas (CEAFRI), realizou na noite dessa quinta-feira (28), a aula inaugural do "grupo de estudo afro e indígena de Vila Velha". O encontro foi no Centro de Capacitação e Complementação (Titanic), localizado no centro da cidade.

Na ocasião, foram abordados os seguintes temas: o Preconceito Racial no Livro Didático e na Literatura, resgatando a Identidade dos Negros, relações Raciais na Escola, cartografia para uma África Desmitificada, entre outros.

“Esses encontros proporcionam discussões importantes para a formação dos professores participantes, possibilitando a troca de experiências reais e ampliando conceitos”, afirmou o secretário Municipal de Educação, Roberto Beling.

Nessa perspectiva, os participantes contribuem com sugestões de práticas e intervenções, extinguindo discursos que tendem ao conformismo e a não inclusão da temática afro-indígena na sala de aula, comentou a coordenadora do CEAFRI, Alessandra Machado. “O Grupo de Estudo tem despertado nos profissionais da educação uma postura reflexiva e emancipatória frente ao seu contexto e à realidade escolar, visto que se sentem provocados a desenvolver, de forma diferenciada, suas práticas docentes, inclusive porque se dispõem a novos desafios”, disse.
 
A metodologia do grupo está baseada nos fundamentos da pesquisa-ação, considerando que pesquisa a partir da prática e retorna para as escolas e/ou locais de trabalho com o intuito de mudanças significativas.

O Grupo de Estudo é composto por 94 membros (professores da Rede Municipal de Ensino de Vila Velha e Sociedade Civil) com uma reunião presencial mensal e também na modalidade à distância, por meio da plataforma e-Proinfo. No ambiente virtual de aprendizagem, encontram-se disponibilizados textos, vídeos, fóruns e atividades das temáticas afro-indígenas. A dinâmica do trabalho contempla uma certificação de 180 horas, dividida em cinco módulos.


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